quinta-feira, 29 de abril de 2010

PENSAMENTOS DE MOMENTOS:..:..:..:..:..:..:..:




"Não sei para que tanto medo e angustia, já que no final, sempre dá tudo certo."








"Desconstrua o passado para reconstruir o futuro".








"Desconfie do outro como se o outro pensasse exatamente como você".






  • elaine cristina andrade








quarta-feira, 28 de abril de 2010

A Condessa Vampira


Quem quer ser jovem para sempre? Seria maravilhoso morrer com qualquer idade que fosse com a aparência que bem quisesse. Seria possível parar o tempo e nos manter com vinte e poucos anos? Desde criança eu sempre gostei das histórias de vampiros, desde de que assiste ao filme "Entrevista com o Vampiro", com o Tom Cruise e o Brad Pitt. Lembro-me que uma das poucas vantagens de se ser um vampiro era manter-se fisicamente da mesma forma com a qual você foi mordido e transformado em um deles. Se fosse verdade, talves até valesse a pena se tornar um, vocês não acham?Brincadeira.




Sendo assim, toda vez que tenho a oportunidade de conhecer uma história bem bacana, se é que se pode dizer assim, sobre essas criaturas macabras corro atrás para saber tudo sobre ela. E a última, me caiu de pára-quedas sem que eu procurasse por ela. Pesquisei mais a respeito e agora vou dividi-la com vocês, mas quero dizer para aqueles que não se interessam pelo assunto que o tenha com respeito, até por curiosidade ou por qualquer outro motivo que não seja pejorativo.




Quero contar-lhes a história real de Elizabeth Barthory(1560-1615), mais conhecida mundialmente como a Condessa Vampira da Hungria. Essa mulher nasceu em uma família aristocrata, cheia de valores morais. Quando criança ela testemunhou sozinha o assassinato de suas três irmãs, quando fugiam dos ataques territoriais (entre turcos e austríacos) e religiosos ( entre católicos e protestantes), sendo ela salva por uma de suas amas que conseguiu esconde-la no alto de uma árvore.




Desde então, Elizabeth se tornou filha única crescendo com toda a glória de perpetuar o clã com a linhagem que viria dela.Recebeu uma nobre educação, falava vários idiomas, conheceu todas as ciências que a sua curiosidade desejou. Seu lar era o Castelo Cachtice, onde sua beleza ganhou fama, saindo dos muros da fortaleza de pedras. Aos quinze anos casou-se com o conde Stefan de Bathory, foi quando recebeu o titulo de condessa, aumentando o seu poder e prestigio na sociedade, que passou a controlar juntamente com ele.




A história dos dois se desdobrou em um casamento típico da época. Não se pode dizer que se amavam, nem que se odiavam. O fato é que para a sociedade que pertenciam, formavam um casal perfeito, tiveram três filhos sendo eles duas meninas e um menino. Os dois compartilhavam o mesmo temperamento cruel e obsessivo. Elizabeth maltratava seus empregadas e quem mais quisesse sem o menor respeito pelo ser humano, seu marido não só sabia desse seu habito, como também o praticava quando estavam em casa.




Mas foi quando ele morreu que ela mostrou quem era. Não guardou muito a viuvez, que considerava desnecessária a uma jovem de 25 anos. Sua maldade só aumentou. Gostava de torturar fisicamente de suas criadas, fazendo-as correr nuas nas madrugadas geladas do país até que morressem congeladas. A nobre ainda tinha uma obsessão por sua beleza, a qual cuidava diariamente. Com a morte do marido, passou a se relacionar com jovens que selecionava pessoalmente. conta-se que estava a passear com um deles quando foram interpelados por uma senhora já de idade que lhe pedia ajuda, então a condessa indagou ao jovem que a acompanhava se ele teria coragem de beijar aquela velha, recebendo uma resposta negativa. Humilhada a senhora teria lhe dado a seguinte resposta: "Hoje a senhora é jovem e bela, mas um dia será velha como eu". Desde então, Elizabethy passou a repudiar a velhice, tendo muito medo dela.




Um belo dia, quando estava sendo penteada por uma pobre camponesa, a mesma sem querer a puxou forte pelos fios. Elizabeth ficou tão irritada que agrediu tanto a pobre a ponto de esmagá-la, seu sangue espirrou nela, que ao percebê-lo esfregou entre as mão. Ao comparar com outras partes do corpo, ela concluiu que o sangue da menina rejuvenesceu sua pele. a partir dai, ela se transformou na maior assassina torturadora de sua época, ao passar a se banhar no sangue de camponesas jovens e virgens que mandava buscar nas áreas pobres que dominava




A condessa passou a fazer rituais macabros de banhos de sangue, com a ajuda de alguns servos de confiança. Eles torturavam as meninas nos porões do castelo, extraiam o sangue delas para que Elizabethy se banhasse dele. Sabe quanto tempo durou essa carnificina? Exatos 25 anos. E isso tudo só acabou porque todos começaram a desconfiar do desaparecimento das meninas, que ao longo do tempo, começaram a reaparecer dissecadas em campos de flores, onde eram abandonadas pelos comparsas da condessa. antes, eles enterravam os corpos nas terras da própria aristocrata, mas com o tempo, eles perderam o medo.




Um primo dela, desejou desmascará-la, empenhando em descobrir se grande segredo, mas seu interesse não era acabar com tamanha barbaridade, mas sim, tirar dela o poder que tinha. Um belo dia, ele invadiu o castelo juntamente com algumas outras autoridades oficiais da época. Elas a encontraram dentro de uma banheira coberta de sangue. Obviamente, não admitiu se tratar dele. Mas ao vasculharem seu quarto, encontraram a prova irrefutável que a condenou eternamente: Um diário pessoal, escrito por ela mesma, no qual descreveu em detalhes os 25 anos de crimes, entre torturas e dessecamentos. Elizabethy chegou a anotar o nome das meninas mortas, além do dia e horário que foram sacrificadas. ao todo, segundo ela mesma, foram 647.




Ela foi presa e julgada e condenada, juntamente com seus comparsas. Mas enquanto eles foram condenados a morte na forca, a nobre foi fechada (literalmente) dentro de uma das torres do seu próprio castelo, onde recebia água e comida por uma pequena abertura na parede, ficando ali enclausurada por longos três anos. Até que um dia, um dos homens que a vigiavam desejou -la, para saber se mantinha a beleza que possuía apesar da idade. Quando ele se inclinou na abertura para enxergá-la, viu-a morta no chão. Ela morreu sozinha, sendo enterrada juntamente com o marido.




Sua lenda atravessou o tempo, como a condessa vampira que se banhava em sangue humano. Há quem diga que ela também o bebia, mas isso nunca foi provado. Dessa história horrível e fantástica eu consigo tirar várias morais: Não subestime a velhice, pois um dia irá se encontrar com ela. Não tente parar o tempo pois ele sempre será superior a você. Não maltrate o teu próximo, pois um dia ele pode te surpreender...Enfim, se alguém tiver algo mais a acrescentar fique a vontade.




Acredito que Elizabethy Barthory tinha algum distúrbio, pois é difícil acreditar que alguém "normal" seja tão cruel assim. ai eu pergunto novamente aos meus leitores: Quem quer ser jovem para sempre? a minha resposta seria: Depende do que teria que fazer para conseguir tal faceta, que cá entre nós, é impossível e não necessariamente fundamental para que encontremos a felicidade.



Referência Bibliográfica


Revista ISTO É- 12/08/2009


ggogle imagens


sábado, 10 de abril de 2010

O que somos realmente?

Somos seres provisórios. Essa é a única certeza que temos ao nascer, o problema é que a gente só toma conhecimento dessa verdade depois que cresce, ou nem tanto.
Somos seres frágeis, impotentes e pequenos. Buscamos a grandeza que nos falta em detalhes, que na maioria das vezes são medíocres perante ao que Deus nos oportuna ser, ainda que nos pareça muito poucos.
Somos seres egoístas, hipócritas, egocêntricos. Queremos na maioria das vezes o que não precisamos, o que não é importante para a nossa felicidade, mas fundamental para o nosso ego mortal.
Somos seres inseguros, imaturos, despreparados. Não reconhecemos na vida uma ótima oportunidade de aprender com ela, o que não nasceu conosco.
Somos seres infelizes, amargurados, profanos. Buscamos em Deus, muitas vezes, não a segurança que ele pode nos oferecer, mas a solução para todos os problemas que buscamos com nossas próprias mãos, que se estivessem ocupadas agradecendo ao criador pelas graças concedidas ou ajudando ao próximo, não teria encontrado o que não devia.
Somos seres humanos. E isso justifica todas as fraquezas que nos perseguem, mas não determina o ser que escolhemos ser.
Somos seres racionais, e por isso devemos agir como tal, o que não significa estar apenas acima na cadeia alimentar, é pensar no outro como o próximo que pode nos ser grande, se tudo em fim, valer a pena.

Elaine Cristina Andrade

sábado, 3 de abril de 2010

Sábado de Aleluia. Aleluia.

Ontem vi uma noticia na televisão que me deixou indignada. Um morador de rua foi pichado (literalmente) enquanto dormia em uma rua de Porto Alegre. Tal fato me fez recordar um outro que ocorreu exatamente no dia 20 de abril de 1997, quando o índio Galdino, líder do povo pataxó foi queimado vivo por um grupo de cinco play boys enquanto dormia em um ponto de ônibus na cidade de Brasília, um dia após o dia do índio.
Na época, eu que era apenas uma criança, fiquei chocada com tal covardia, ficava imaginando a dor que o índio sentiu, ele teve 99% do corpo queimado. Escrevi na ocasião, na escola, uma redação para a professora de Português sobre o assunto, lembro-me de ter expressado no meu texto a minha dúvida acerca do futuro do Brasil, se a violência barata continuasse a crescer por aqui. E então, caríssimos, olha a que ponto chegamos. Eu cresci, não sou mais uma criança, sou uma pessoa adulta, mas que continua a se preocupar com o futuro do país.
Graças a Deus, ao contrário do índio em 1997, o morador de rua não morreu, nem sofreu nenhum sofrimento físico horrendo. Ele foi levado para um hospital onde recebeu o devido atendimento para retirar a tinta do seu corpo, disse apenas sentir uma coceira devida a substância. Menos mal, mas que é um absurdo, isso é.
Segundo uma testemunha que presenciou o fato, um carro parou próximo ao morador que dormia no chão e saíram algumas pessoas que o pixaram. A vitima não conseguiu visualizar os rostos desses delinquentes. Serão eles identificados? Receberão a devida punição? Mistério. Prefiro não opinar pois tenho medo do que quero dizer.
Ontem postei um texto refletindo sobre valores espirituais, sobre Deus. Hoje posto um outro baseado em um fato vergonhoso. Espero amanhã me inspirar em algo mais positivo para escrever. Não é por falta de vontade, mas está faltando assunto para falar de coisa boa. Alguém me sugere algo por favor.
Hoje o sábado é de Aleluia, então, Aleluia. Vamos malhar o Judas, afinal, podemos ser os próximos.

Elaine Cristina Andrade

Referência Bibliográfica

Jornal Estado de Minas- Edição publicada no dia 03/04/2010

http://www.wikipedia.net/

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Sexta-feira da Reflexão

Sexta-feira da paixão, dia de reflexão. Para nós cristãos é uma boa oportunidade de refletir, afinal segundo a bíblia, é o dia em que Jesus Cristo foi crucificado de pois de passar por muito sofrimento físico e humano. É difícil imaginar tudo o que ele passou para pagar os nossos pecados, e não os dele. Mais difícil ainda é saber que Deus o entregou para nos salvar de nós mesmos. Tem amor maior que esse?
Você tem idéia do tamanho desse amor? Seria capaz de fazer o mesmo pelo seu próximo? A verdade é que Deus ama a humanidade muito mais do que ela merece. Obviamente que não somos todos os que se encaixam nesse perfil, afinal, muitos são os que reconhecem seu amor e o respeita como o nosso Senhor maior. Mas infelizmente nós, em muitos momentos, só sabemos reclamar do que ele ainda não nos deu, ao invés de agradecer pelo que ele já nos deu.
A humanidade se considera muito maior que Deus. a prova disso é o fato do homem querer superá-lo através da ciência e da tecnologia. Até onde vai parar a sua gana por poder? O mais engraçado é que lá no fundo ele sabe que comparado a Deus não somos nada. Sem ele não somos nada.
Jesus Cristo é nosso irmão, nosso Senhor. A ele devemos não somente respeito e gratidão, mas sim a verdade de nossas vidas. Ele é um só, dividido em três: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Independente das inúmeras doutrinas que nos dividem, estamos todos unificados, dentro do seu coração misericordioso onde tem lugar pra todo mundo.

Elaine Cristina Andrade